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Teste das Fábulas - Manual



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Teste das Fábulas - Manual
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Características

  • Título: O Teste das Fábulas
  • Autoras: Jurema Alcides Cunha e Maria Lúcia Tiellet Nunes
  • ISBN:
  • Ano:
  • Número de páginas:
  • Formato: brochura

                   

Sobre o teste das Fábulas:      

 

  (Para adquirir este teste, você terá que assinar um termo de responsabilidade pois ainda não há parecer do Conselho Federal de Psicologia sobre a revisão de sua validade)

 

                            

                                             

TESTE DAS FÁBULAS  - Forma Verbal e Pictórica: Adaptação e Ampliação das Fábulas de Düss

Jurema Alcides Cunha e Maria Lúcia Tiellet Nunes

 

Finalidade e Indicações:

É uma técnica projetiva para exploração da personalidade que se destina à avaliação dos complexos infantis e para estudo das resistências.

Pode ser aplicado a crianças a partir de 3 anos e, eventualmente, a adoles­centes e adultos.

 

Material:

• Manual

• Conjunto de 12 pranchas

• Protocolo de Aplicação

 

Tempo e forma de aplicação:

Sem limite de tempo, leva em média de 15 a 20 minutos. A aplicação pode ser individual ou eventualmente coletiva.

 

Descrição:

As Fábulas de Düss foram apresentadas em 1940, na Suíça, e publi­cadas em 1950, na França, sob a forma verbal. A versão pictórica brasi­leira foi desenvolvida por Cunha e Nunes e publicada em 1993. Em sua versão verbal o teste é constituído de 10 fábulas ou estórias, finali­zadas com uma pergunta, que a criança deve responder completando a estória. Nas fábulas, o herói, que pode ser uma criança ou um animal, encontra-se em determinada situação representativa de uma fase de desenvolvimento do inconsciente (oral, edipiana, etc). O examinador conta as fábulas, anota as respostas e faz um inquérito cuidadoso para aprofundar as respostas, quando for necessário. Em casos excepcionais a aplicação pode ser coletiva, solicitando aos sujeitos que respondam por escrito.

A forma pictórica é composta por 12 pranchas, com ilustrações adequadas a cada uma das dez fábulas, que devem ser apresentadas ao sujeito junto com a forma verbal. Esta forma apresenta duas pranchas a mais que o número das fábulas pois há duas alternativas para a fábula

 

 

4, em função da idade, e duas para a fábula 8, em função do sexo. A versão pictórica é indicada entre 3 e 8 ou 9 anos de idade e a verbal, dessa idade em diante.

A avaliação exige um bom conhecimento psicanalítico e compreensão de manifestações simbólicas. Para facilitar a interpretação, as autoras propõem um sistema de categorização das respostas, descrevem fenô­menos específicos que podem aparecer nas respostas, apresentam as respostas populares para cada uma das fábulas na faixa pré-escolar e na faixa escolar e também apresentam elementos para interpretação psicodinâmica de cada uma das fábulas. No final são acrescentados 8 casos ilustrativos avaliados.

 

Padronização:

A padronização no Brasil foi realizada com 120 crianças pré-escolares e 260 escolares (de 3ª e 4ª séries) da Grande Porto Alegre. Para os pré-escolares a administração foi individual e foi utilizada a forma pictó­rica acompanhada da verbal. Para os escolares aplicação foi coletiva, com a forma verbal. Foram construídas tabelas de respostas populares para todas as fábulas, para cada sexo e para os escolares e pré-escolares, exceto para a Fábula 10, que se destina ao controle das anteriores.

 

Precisão:

Em relação à forma verbal as autoras apresentam os dados de Peixotto (1956), que encontrou coeficientes de precisão significantes estatistica­mente através do reteste para 70% das fábulas. Ao considerar o critério do psicodinamismo envolvido, apenas a fábula do enterro, apresentada sob a forma de viagem, não obteve um coeficiente satisfatório.

As autoras fizeram um estudo para comprovar a equivalência entre as formas verbal e pictórica. Verificaram que não há diferenças estatisti­camente significantes entre as duas formas em relação à produtividade, nem em relação aos aspectos formais e psicodinâmicos.

 

Validade:

Cunha e Nunes estudaram um grupo de pré-escolares para deter­minar a significância de diferenças entre as proporções de respostas que envolvem indícios de uma mesma variável em fábulas diferentes. Concluíram que em quatro variáveis essa diferença é estatisticamente significante. Em outro estudo, empregando o CAT-A e as Fábulas, concluíram que o CAT-A é menos sensível do que as Fábulas para investigar o conflito edípico.

 

Venda restrita à psicólogos mediante a apresentação do CRP, de acordo com a lei federal n ° 4.119/62.

 

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